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        Na Antigüidade, as comunidades tomavam conhecimento de uma negociação através de uma festa na qual era celebrado o “CONTRATO”. A festa funcionava como registro do que havia sido combinado, e era testemunhada pelas pessoas que dela participavam. A solução foi passar tudo para o papel , assim surgiram os CARTÓRIOS, que passaram a ser os responsáveis pelo registro e manutenção permanente dessas informações.
        No período em que se formou o estado português (1140-1248),os documentos régios e os particulares (chamados de cartas - chartae ) eram lavrados por notários, em sua maioria, para atestar a prática de atos jurídicos, incluindo as simples notícias ou atas. Nesta época a prova testemunhal desempenhava relevante papel, já que o analfabetismo era acentuado, mas, mesmo assim, inúmeros documentos particulares foram conservado do período, como testamentos, contratos, atas acordos diversos, chegando até nas coleções originais ou cópias que eram delas transladas. A razão para que se tenha conservado tantos documentos particulares deve-se ao fato de que alguns originais, outros apógrafos (traslados ou cópias reunidos em coleções chamadas “CARTULÁRIOS” ),justificavam o domínio de alguns proprietários. Assim, essas coleções de documentos - cartárias ou cartórios (charta) – pertenciam sobretudo ás corporações monásticas ou ás mitras, que possuíam grandes patrimônio constituídos de centenas de prédios em plena propriedade ou foreiro.
        É muito interessante verificar a necessidade, que já então se sentia de reduzir a vontade das partes a escritos lavrados por notários, isso por um lado, por outro, a necessidade de justificar o domínio- o que nos faz logo pensar na oponibilidade - que fez nascer fólios que eram os repositórios de títulos, cartas, depositados em lugares específicos, que vêm a ser exatamente o ancestral institucional dos nossos registros. Assim o sistema dos cartórios começou a operar a partir de 1917 quando entrou em vigor o código civil brasileiro.
        No decorrer da história os antigos CARTÓRIOS ganhavam outra expressão, mas adequada ao importante papel social que eles representam, sendo em 05 de Outubro de 1988, com a promulgação da atual constituição federal, nossa carta magna , o termo genérico “CARTÓRIO” foi substituído pela expressão SERVIÇOS NOTARIAL E REGISTRAL como consta no artigo 236 e em 1994,através da lei federal nº 8.935, ficou definitivamente consagrada a utilização do termo SERVIÇO NOTARIAL E REGISTRAL. Com esta nova expressão o titular do serviço notarial ou registral passou a ser reconhecido como profissional do Direito que atua como Delegado do Poder Público mantendo inalterado à Fé Pública que sempre o caracterizou. Baseando- se em todo este contexto histórico é que o Registrador Público, desempenha o seu papel de guardião da legalidade na análise e admissão para registro dos atos que dão forma jurídica à fatos sociais, é de destacável importante auxiliar, na obrigação do Estado em manter a ordem social e a paz jurídica, ambiente necessário a desobstrução do poder judiciário.
        A atuação preventiva dos Registradores Públicos tem o condão de evitar o surgimento de futuros conflitos de interesses por falta muitas vezes de previsão regulamentar nos contratos apresentados para registro nas diversas Serventias. O trabalho de orientação jurídica aos usuários dos serviços de registro Público é importante função social dos registradores, a que cabem exercer com eficiência e gratuitamente, capacitando seus usuários a levar a bom termo (os negócios jurídicos ) de que são signatários, projetam-se no seu honroso mister de instituir aos títulos e documentos e papéis particulares apresentados para registro; a eficácia jurídica, a validade contra terceiros, a fixação da data, a autenticidade e a conservação ou perpetuidade.

 
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